IA e Business Intelligence entendendo até os nossos erros!

Através da computação cognitiva, a IA se tornou capaz de automatizar a ação das máquinas, alterando uma série de tarefas no dia-a-dia.

Esqueça essa ideia de que, em breve, a Inteligência Artificial vai competir com o fazer humano, porque isso é puro pessimismo!

Primeiro: o conceito de Inteligência Artificial existe desde a década de 1950. E,  nesses últimos 70 anos, o avanço das tecnologias e máquinas não substituiu a mão de obra humana.

Segundo: atualmente, o setor de TI é um dos que mais apresenta crescimento e acumula investimentos. De acordo com pesquisa da Advance Consulting, a estimativa é que os gastos globais totalizem US$ 3,7 trilhões em 2018.

Ou seja, o fazer humano está cada vez mais vinculado à Inteligência Artificial, e não relegado a segundo plano. O avanço da Indústria 4.0 deve criar, ao menos, 30 novas profissões.

É isso que afirma um estudo divulgado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) no último ano. Mecânico de veículos híbridos, técnico em impressão de alimentos e designer de tecidos avançados podem ser algumas das profissões do futuro.

No campo do Business Intelligence, especialistas em big data, engenheiros de software, engenheiro de cibersegurança e especialista em IoT são tendências para o mercado de trabalho do futuro.

As aplicações da IA no cotidiano

Imagina-se que, até 2022, a maioria dos dispositivos já estejam automatizados, interconectados e interferindo diretamente em uma série de decisões e afazeres humanos. Não só isso: a Inteligência Artificial chega para transformar também o branding das marcas.

Bia do Bradesco, Lya da Leroy Merlin, Virtus da Volkswagen. Esses são apenas alguns exemplos de inteligências artificiais criadas – e ensinadas –  para serem incorporadas ao discurso e ao posicionamento da marca frente ao público.

A “humanização dos bots” tem sido uma estratégia crescente em boa parte das empresas para tornar o atendimento ao cliente o mais completo e personalizado possível.

Lembre-se: os algoritmos da Inteligência Artificial funcionam como um organismo vivo, que precisa ser estimulado para evoluir à medida que interage com o usuário.

Imagine ainda que a IA se desenvolveu de tal maneira que é capaz até de entender os nossos erros. E corrigi-los. Mas como?

Experimente jogar no Youtube, por exemplo, a palavra “rusbé”. Viu o que acontece?

A busca, imediatamente, aponta a música Who’s Bad, de Michael Jackson, como objeto de pesquisa. A Inteligência Artificial é capaz de entender o nosso erro e, ainda assim, encontrar a hipótese correta para a busca.

Para entender, de fato, a crescente apresentada pela Inteligência Artificial, é preciso traçar uma linha do tempo e percorrê-la ponto a ponto. Vamos juntos?

1950 – O surgimento do conceito de Inteligência Artificial

Amarrar os sapatos. Concordemos que essa é uma das primeiras lições que aprendemos na vida.

E como fazemos isso? Desde pequenos, seguimos exemplos e tentamos repetir padrões até alcançar o êxito..

A Inteligência Artificial funciona, basicamente, nesse mecanismo. Um algoritmo de aprendizagem e generalização capaz de aprimorar as atividades a partir de repetições e simulações.

Isso confere às máquinas a capacidade de realizar tarefas da mente humana, como aprender, raciocinar, codificar, interpretar e até mesmo interagir.

Quem nunca bateu um papo com a locutora do Waze?

1980 a 2000 – A evolução do aprendizado das máquinas

Os anos 80 marcaram uma grande evolução dos computadores e máquinas. Criados no contexto da Guerra Fria, as máquinas tiveram que ser remodeladas diante do grande volume de informações a ser armazenado.

A ideia de Machine Learning defende uma rotina de aprendizado das máquinas baseada em exemplos e na repetição de padrões. Quanto mais exemplos de ações cotidianas para a reprodução da máquina, melhor é!

2000 – A Era da Computação Cognitiva

Pautada no aprendizado de máquina, a tecnologia avançou alguns estágios no decorrer da última década. Frente à maior capacidade das máquinas em executar ações e codificar dados, o homem passou a conseguir os melhores resultados.

Vivemos uma época em que homem e máquina, lado lado, trabalham de forma colaborativa. Porém, a curva de aprendizado de uma máquina é muito mais rápida em comparação a do ser humano.

Diante disso, por que não aproveitar os benefícios que as máquinas podem trazer em termos de operação e processos internos das empresas, ou até mesmo em ações cotidianas do dia a dia?

Aplicada ao Business Intelligence, a Inteligência Artificial aumentou de forma exponencial o nível de mensuração de dados. Atualmente, é possível coordenar métricas para que extraírem insights com total autonomia,  o que poupa tempo e esforços na compilação e análise de dados.

A Inteligência Artificial no dia-a-dia

Atualmente, desenvolvedores do setor de TI trabalham aliados às ferramentas de Inteligência Artificial para criar serviços. O conceito de SaaS (Software as a Service) parte disso: desenvolver ferramentas e tecnologias que provoquem alguma transformação.

As ações atreladas à Inteligência Artificial estão, em geral, conectadas à inovação. O quadro do artista Bansky que se auto destruiu após ser leiloado é um exemplo disso. Depois de picotada para o assombro de todos, a obra passou a valer 45 vezes mais do que o lance dado inicialmente. Veja a matéria completa aqui.

Se, no Teste A/B, a rotina de testes é fundamental para o aprimoramento, no campo da IA o treinamento das máquinas é essencial.  É por meio da prática e repetição que a máquina se torna capaz de internalizar ações e raciocínios.


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